Vi hoje rostos-de gente...
Gente que conhece o vazio
Mudos como portas
Acometerem desvarios
Analisados em público
Com olhos suplicantes
Postados no púlpito
Sob olhares flamantes
Ali foram em busca do ligeiro milagre
Que os salvasse em um instante
Que abrisse o lacre.
Da alma amante
De longe e de perto
O divino Ser os olha com amor
Mas, é mais que certo.
Que lhes cobrará o labor
Portanto amigo nem pense um instante
Arruma tua mente
E vais ser viajante
Na gratidão eterna do divino Amante!
Luiz Antonio.
Feira de Santana, abril de 2005.
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